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ENTENDA O QUE É INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL



A inteligência artificial nada mais é do que uma tentativa de criar seres totalmente inorgânicos, por meio de programas de computador capazes de entender e evoluir de forma independente do criado, no caso, o próprio homem, a ponto de até mesmo superá-lo.


Sua origem se deu na década de 1950, cujo objetivo era recriar numa máquina a inteligência humana.


Porém, apenas no ano de 1997 tal ambição ganhou contornos irreversíveis. Na ocasião em que o computador denominado “Deep Blue”, da IBM, derrotou Garry Kasparov, o campeão mundial de xadrez da época, cuja partida foi chamada de “o último ponto de resistência do cérebro". Tal evento foi capaz de causar grande comoção sociedade, a qual imaginava que os robôs iniciariam o processo de conquista da humanidade.


Em que pese as especulações futurísticas no sentido de que a humanidade seria extinta por esse novo tipo de vida artificial, o fato é que o próximo estágio da evolução humana repercutirá não apenas em transformações tecnológicas e organizacionais, mas também mudanças na identidade e consciência humanas.


Consequentemente, com o advento da tecnologia artificial, novas dimensões para o trabalho vêm surgindo, atingindo inúmeras atividades e profissões até então consolidadas, transformando o mercado de trabalho, forçando as empresas e profissionais a se reinventarem ou se adaptarem às novas regras do jogo.


Ora, a utilização de sistemas que envolvem inteligência artificial – IA, a “nova eletricidade”, é cada vez maior nos mais variados ramos de negócio, em virtude do aumento da precisão e acurácia nos serviços desenvolvidos por esta tecnologia, onde as máquinas são programadas para executar tarefas originalmente realizadas pelo ser humano, mas com muito mais habilidade e excelência.


A título de exemplo, tem-se a aplicação da Inteligência Artificial no setor de seguros e empréstimos, onde os dados abundancias dos mutuários, como renda, uso do cartão de crédito e pontuação dos órgãos restritivos, diminuem as taxas de inadimplência.


Ademais, nos Estados Unidos, 45% (quarenta e cinco por cento) dos empregados correm um alto risco de serem substituídos por máquinas, o que já vem ocorrendo na bolsa de valores, onde os corretores já estão sendo gerenciados por algoritmos.


Nesse cenário, o objetivo da IA é justamente espelhar o processo cognitivo humano, por meio de sistemas de dados programados para dar respostas com base nas informações disponíveis, o que é conhecido como algoritmos, que se baseiam em análise semântica, aprendizagem estática ou exploratória, representação simbólica, dentre outros.


Na verdade, o fator revolucionário da IA é o sistema de aprendizado, pois, em vez de programar-se regras, as quais são complexas e demandam tempo, deixa-se a máquina “aprender” por si própria.


À medida que o aprendizado profundo for tomando conta da economia global, bilhões de empregos na pirâmide econômica desaparecerão: contadores, trabalhadores de linha de montagem, operadores de armazéns, analistas de estoque, inspetores de controle de qualidade, caminhoneiros, assistentes jurídicos e até radiologistas, só para citar alguns.


No passado, a civilização absorveu choques tecnológicos semelhantes na economia, que transformara centenas de milhões de agricultores em trabalhadores de fábricas nos séculos XIX e XX.


Mas nenhuma dessas mudanças chegou tão rapidamente quanto a IA. Com base nas tendências atuais de avanço e de adoção da tecnologia, prevejo que, dentro de quinze anos, a inteligência artificial tecnicamente poderá substituir entre 40% e 50% dos empregos nos Estados Unidos.


As perdas reais de emprego pedem acabar atrasando essas capacidades técnicas por mais de uma década, mas acredito que a destruição dos mercados de trabalho será muito real, muito grande e muito breve.


Todavia, esse fenômeno, embora preocupante para o empresário, torna-se atrativo ao consumidor final. Isso porque, tal tecnologia há muito não é exclusiva das grandes indústrias, podendo ser percebida no quotidiano da sociedade, a qual permite a inserção da IA sem perceber, concedendo aos seus smartphones cada vez mais controle sobre si mesmas.


Consequentemente, considerando a demanda emergente por tecnologia, diversas organizações vêm apresentando aos consumidores conceitos revolucionários de produtos e serviços, tudo para saciar seus desejos e aspirações.


Como conceitos revolucionários de produtos e serviços, cita-se os aplicativos WhatsApp, Netflix, Spotify e Uber, os quais mudaram irreversivelmente a maneira como as pessoas se comunicam entre si, consomem filmes e séries, ouvem música e se locomovem, respectivamente.


Tais evoluções ocorridas com o advento das novas tecnologias, em especial a IA, também vem atingindo o setor imobiliário, o qual precisará se adaptar se absorver as novas mudanças, para que possa atender a um público cada vez mais exigente.


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Por Felipe W. Dias.


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